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18 de janeiro de 2017
Com relação às tendências de segurança da informação, a analista de pesquisas da Gartner, Elizabeth Kim, concluiu que “o interesse em Tecnologia de Segurança é cada vez mais estimulado por elementos do negócio digital, particularmente nuvem, computação móvel e internet das coisas, assim como pela sofisticação e pelo alto impacto de ataques direcionados”.
Ainda segundo a Gartner, só em 2015, US$ 75,4 bilhões foram gastos com tecnologias para a segurança da informação, muito em função do aumento considerável dos chamados “cibercrimes” — uma modalidade de ataque à rede de computadores com o intuito de alterar dados, roubar senhas, desviar recursos e abalar a segurança das empresas como um todo.
Nesse contexto, listamos aqui as principais tendências de segurança da informação da atualidade a serem adotadas por gestores de TI. Essas tendências são baseadas, principalmente, no aperfeiçoamento do setor de TI das empresas para uma maior segurança do tráfego via internet. Acompanhe!
Com a evolução das operações via internet, muitos cibercriminosos se aperfeiçoaram e começaram a atacar organizações com o intuito de roubar informações, dados confidenciais, metodologias de projeto ou dinheiro.
Portanto, é preciso que a segurança da informação mantenha o sistema corporativo blindado, com o mínimo de vulnerabilidades possível. O objetivo aqui é evitar os ataques cibernéticos, cada vez mais danosos e comuns nas empresas.
A computação na nuvem já está presente no dia a dia de vários negócios. Diante disso, rotinas devem ser criadas para manter a segurança interna do setor com o uso da tecnologia. Nesse sentido, uma série de medidas podem ser adotadas, como:
Esses testes buscam confirmar a segurança das empresas no que diz respeito à qualidade do seu setor de TI, já que cada vez mais os setores das empresas buscam a integração e a democratização da informação.
Os testes de segurança consistem na realização de espécies de simulações de ataques reais, feitas por empresas especializadas (sob um Acordo de Confidencialidade), a fim de testar a resistência ou a vulnerabilidade dos sistemas das empresas a ataques via internet.
Essa também é uma das últimas tendências de segurança da informação e consiste na contratação de um serviço que se responsabilize pela segurança da empresa com relação às suas informações corporativas que trafegam via internet.
A principal vantagem desse sistema é a contratação de uma empresa que já possua know-how e tecnologia consolidada em segurança da informação, além da economia de custos, no caso da própria empresa não possuir estrutura adequada para esse tipo de operação.
Para garantir o mínimo de segurança via internet, já existe uma tendência de segurança da informação que prioriza a restrição de acesso do funcionário a determinados dados da empresa: o gerenciamento de identidade.
Esse sistema também envolve um estudo do comportamento dos usuários, limites de conexão, restrição de privilégios de acesso, além de outras ações que garantam a segurança da empresa e das suas informações corporativas.
Se sua empresa se propõe a oferecer serviços de qualidade, precisa estar preparada para lidar com os cuidados que a segurança da informação exige, defendendo seu patrimônio contra invasões e perdas.
Um bom investimento em segurança de redes deve prever uma eficaz análise de riscos, planos de contingência e a definição das políticas de segurança. É preciso traçar uma estratégia com provisões de maior controle para garantir a segurança de seus ativos e de todo o tráfego de rede.
Também é necessário ter muito bem definidos os procedimentos de aplicação e auditoria, para promover benefícios às empresas, como: mais eficácia à segurança, agilidade de resposta e redução do custo total de propriedade.
Confira algumas dicas para aumentar a produtividade e ainda poder reduzir custos com sua operação:
Essa é uma tendência de segurança da informação que envolve o uso de aplicativos de proteção. O “Comodo App Lock”, por exemplo, é uma tecnologia que restringe o acesso a programas e aplicativos de celulares quando a rede Wi-Fi utilizada não é confiável.
Além disso, protege dispositivos móveis contra ataques de malwares, links maliciosos, roubo de dados e senhas bancárias, entre outras funções. Ele também incentiva o uso equilibrado da “internet das coisas”, certificando-se de que exista uma prévia recomendação do fabricante para a conexão dos equipamentos.
Em páginas como o Google, o tráfego de dispositivos móveis já corresponde a metade dos acessos. A tendência é que o uso de tais aparelhos não pare de crescer, especialmente no ambiente corporativo. Com a incorporação de políticas como a BYOD, negócios devem estar preparados para enfrentar os desafios de segurança que o novo cenário impõe.
Políticas de controle de uso devem ser criadas. Com o monitoramento de dispositivos conectados à rede interna, o setor de TI pode garantir que equipamentos comprometidos não sirvam de porta de entrada para ataques.
Todos os aparelhos devem estar com os seus sistemas e aplicativos atualizados, eliminando vulnerabilidades e bugs. Além disso, para impedir o acesso não autorizado a dados, a criptografia deve ser implementada sempre que possível.
O ransomware é um malware que ganhou popularidade nos últimos três anos em função do impacto causado pelo seu ataque e o aumento da frequência em que empresas são infectadas por ele.
Esse tipo de vírus explora falhas de sistemas para obter acesso à infraestrutura de TI e, em poucos minutos, criptografar todos os registros acessíveis. Para desbloquear o acesso aos dados, um pagamento em Bitcoin (ou outra criptomoeda) é solicitado.
Esse tipo de ataque pode causar a interrupção de todas as atividades do negócio. Diante disso, além do backup de dados, boas práticas devem ser divulgadas em toda a empresa. Assim, as chances da companhia ser atingida por um ransomware são reduzidas ao máximo.
É um assunto que ainda possui muitas barreiras, mas o cenário atual exige que ocorram mudanças na lei, para a formulação de uma regulamentação sobre a segurança da informação nas empresas e a criação de regras para uma maior privacidade institucional, sigilo industrial e as devidas punições para quem violar o sigilo e a confidencialidade dos dados de terceiros.
Pode ser que a regulamentação para a segurança da informação ainda demore a sair do papel. No entanto, é importante que as empresas cuidem rigorosamente da proteção de dados, acesso interno e sistemas de segurança, para evitar ao máximo as ameaças da internet e suas consequências nocivas ao seu negócio. Prevenção ainda é a melhor arma!
Como você viu neste post, as tendências de segurança da informação oferecem muitos benefícios para as corporações. Para conhecer outras tendências da área e ficar por dentro das novidades do nosso blog, assine a nossa newsletter e não perca nenhum conteúdo!