Além do alerta técnico
O monitoramento tradicional de segurança trata todos os alertas com a mesma prioridade — gerando ruído que paralisa equipes de segurança sobrecarregadas. O MDR Risk-Driven evolui essa abordagem: priorizamos ameaças pelo impacto real que representam para os ativos críticos específicos da sua empresa.
Nossa operação é estruturada sob as diretrizes do SOC CMM (Security Operations Center Capability Maturity Model) — não entregamos apenas ferramentas, mas um ecossistema maduro em quatro pilares: Pessoas, Processos, Tecnologia e Negócio.
Como operamos
Cada pilar da operação MDR é desenhado para elevar a maturidade de segurança de forma sustentável e mensurável.
Priorizamos a análise de ameaças de acordo com o perfil de risco específico do setor e da infraestrutura do cliente — reduzindo o tempo de resposta onde é mais vital.
Identificação prévia de quais sistemas, dados e processos têm maior impacto financeiro — base para a priorização de alertas.
Ameaça ao ERP ativa protocolo diferente de ameaça a servidor de testes — a resposta é calibrada pelo impacto, não apenas pela severidade técnica.
Foco nos alertas que representam risco real — eliminando falsos positivos que consomem tempo sem gerar segurança.
Métricas de segurança traduzidas em impacto de negócio para apresentação à diretoria e ao board.
Busca ativa por indicadores de comprometimento (IoCs) que contornam as defesas automáticas – usando inteligência de ameaças atualizada sobre grupos e táticas relevantes para o setor.
Hunting orientado por técnicas específicas conhecidas de grupos de ameaça relevantes para o segmento do cliente.
Feeds de threat intelligence integrados à operação — detecção antecipada de campanhas ativas antes de chegarem ao ambiente.
Detecção de atacantes que já estão no ambiente há semanas ou meses sem disparar alertas automáticos.
Cada hunt é documentado — o que foi investigado, o que foi encontrado e o que foi descartado — gerando auditabilidade da operação.
Exemplo
Hunt proativo identifica conexões periódicas de baixo volume para um domínio gerado algoritmicamente — padrão de C2 inativo aguardando ativação. O malware é removido antes de receber o comando de execução do Ransomware.
Time de especialistas dedicado a detectar e estancar ataques em tempo real — com SLA de resposta documentado e métricas de MTTD e MTTR comprometidas em contrato.
Cobertura contínua sem sobreposição de responsabilidades — cada turno com analistas frescos e contexto passado formalmente.
Procedimentos documentados para os cenários mais comuns garantem resposta consistente independente do analista de plantão.
Isolamento automático para ameaças confirmadas; escalada para análise humana em casos que exigem julgamento contextual.
Notificações com contexto de negócio — não apenas alertas técnicos — para que a gestão entenda o que aconteceu e qual é o impacto.
Revisão constante de regras de correlação e fluxos de trabalho — elevando progressivamente o nível de maturidade da operação de segurança ao longo do tempo.
Medição do nível SOC CMM atual e roadmap de evolução para o próximo estágio — maturidade como métrica de negócio.
Cada incidente real alimenta ajustes nas regras de detecção — o serviço fica mais preciso com o tempo, não estático.
Relatórios executivos e técnicos que facilitam a prestação de contas para auditorias ISO 27001 e seguradoras cibernéticas.
Operação mapeada para frameworks internacionais — visibilidade clara de quais controles estão sendo cumpridos.
Expanda a cobertura
Módulos opcionais que ampliam a visibilidade externa e fortalecem a camada de prevenção nos endpoints.
Radar externo que monitora Clear, Deep e Dark Web — detectando credenciais vazadas, domínios fraudulentos e dados corporativos expostos antes que sejam explorados.
Enquanto o MDR detecta e responde, o EPP previne. Gestão especializada da plataforma de proteção de endpoints — garantindo que nenhum dispositivo fique sem agente ativo ou com políticas desatualizadas.
Resultados concretos
Alinhamento direto entre a operação de segurança e as metas de continuidade da diretoria — segurança medida pelo que protege, não pelo que bloqueia.
Threat hunting proativo identifica atacantes em fase de reconhecimento ou persistência — antes da execução do payload que causa o dano real.
SOC CMM como métrica de evolução — a segurança não está estática, sobe de nível com cada ciclo de revisão e melhoria da operação.
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